Expansão agressiva contribuiu para alto endividamento da Raízen

Ilustração gerada por IA

Divulgação

A Raízen, gigante do setor de biocombustíveis controlada pelo grupo Cosan e Shell, protocolou pedido de recuperação extrajudicial na Comarca da Capital de São Paulo

Freepik

O plano envolve a renegociação de aproximadamente R$ 65,1 bilhões em obrigações, tornando-se o maior processo de recuperação extrajudicial da história do país

Divulgação/Raízen

O processo foi estruturado de forma consensual com seus principais credores financeiros, que representam mais de 47% das dívidas que não possuem garantia real. Os bancos concentram cerca de metade dessa dívida

Divulgação/Raízen

A Raízen destacou que o plano não abrangerá dívidas e obrigações com seus clientes, fornecedores, revendedores e outros parceiros de negócio

Divulgação/Raízen

A Raízen vinha apresentando bom desempenho até 2021-2022, quando registrou safra recorde e resultados financeiros positivos. A partir desse momento, a empresa intensificou investimentos em usinas de etanol de segunda geração, com unidades que custaram cerca de R$ 25 bilhões cada

Divulgação

No entanto, com a pandemia, houve uma redução na prioridade dada às questões de sustentabilidade. Paralelamente, o mercado começou a adotar o etanol de milho como alternativa renovável, além de aumentar o uso de biodiesel

Freepik

A expansão agressiva resultou em um endividamento superior à capacidade de geração de caixa da empresa. Questões de gestão e investimentos em ativos que não trouxeram o retorno esperado também contribuíram para a atual situação financeira da companhia

Pixabay

leia mais em