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O objetivo é assegurar o volume de vendas brasileiras ao exterior, segundo a avaliação de Cleber Sabonaro, gerente de inteligência competitiva da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia)
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Com a queda das exportações em decorrência da interrupção do Estreito de Ormuz, principal rota marítima para países do golfo, a avaliação é de que a sustentabilidade do setor depende de estratégias para alcançar mais mercados, mesmo em meio a crises
Cleber Sabonaro, gerente de inteligência competitiva da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA)
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Segundo dados da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira (CCAB), as exportações do agronegócio brasileiro ao Conselho de Cooperação do Golfo (CCG) caíram 25,38% em março
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No ano passado, o Brasil exportou US$ 21,3 bilhões em produtos para os árabes, principalmente açúcar, carnes, milho e minério de ferro, segundo dados da plataforma ComexStat, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
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Sabonaro reforçou a relação de parceria do Brasil com países do golfo e destacou a necessidade de manter fluxos com a região. O especialista destacou, também, a necessidade da indústria em buscar novos mercados além dos esforços para acessar o mercado já consolidado
É natural que haja dificuldades para o abastecimento em meio a interrupção da principal rota marítima para a região do golfo, mas precisamos ampliar possibilidades logísticas para garantir a segurança alimentar e manter relações com esses países
Cleber Sabonaro, gerente de inteligência competitiva da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA)
Para além dos países do Golfo, há oportunidades para países do sul e sudeste asiático como o Paquistão, Bangladesh, Indonésia e Malásia, que têm populações pujantes e que podem consumir mais do Brasil
Cleber Sabonaro, gerente de inteligência competitiva da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA)