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O avanço da indústria de alimentos plant-based tem impulsionado a cadeia da castanha de caju no Brasil, setor que foi, durante anos, fortemente dependente das exportações de amêndoas beneficiadas
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Esse movimento deve estimular novos investimentos na cajucultura, ampliar a renda dos produtores e reduzir a dependência exclusiva do mercado externo, fortalecendo uma cadeia que combina produção agrícola, industrialização e inovação
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Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), compilados pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), mostram que a produção de castanha de caju em casca cresceu a taxas de 6,3% entre 2021 e 2025, alcançando 141,8 mil toneladas em 2025
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Em 2025, os estados do Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte representaram 92,7% da produção brasileira de castanha de caju in natura, com destaque para o Ceará, que é o maior produtor nacioanal
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Segundo levantamento da Conab, os preços pagos ao produtor aumentaram 35,8% em um ano no mercado interno. No Ceará, estavam citados a R$ 5,43 o quilo em janeiro deste ano
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De acordo com a Conab, a produção interna vem sendo impulsionada pela adoção de clones de cajueiro-anão precoce, que contribuiu para o aumento da produtividade e pela recuperação das lavouras após anos de estiagens prolongadas no Nordeste
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