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Mesmo com a recente volatilidade nos mercados devido à guerra, os preços internacionais do algodão mostram reação limitada e fazem com que o Brasil fique de olho na colheita que avança no Centro-Oeste para decidir entre as exportações ou o mercado interno
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Um relatório internacional da StoneX mostra que o mercado global de algodão entrou em 2026 marcado por um desequilíbrio estrutural entre oferta e demanda, mas que o Brasil pode ser um dos players decisivos na solidez dos negócios internacionais
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Segundo análise da StoneX, sucessivas revisões para cima na produção global continuam ditando o comportamento do mercado e reforçando a percepção de excesso de oferta
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Esse cenário tem levado a uma reprecificação do algodão, com o mercado deixando de responder a fatores cíclicos — como política monetária e comércio — e passando a refletir fundamentos mais estruturais, especialmente o crescimento consistente da produção
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Na safra 2025/26, o Brasil colheu cerca de 4,15 milhões de toneladas de algodão, impulsionado por uma área recorde e condições climáticas favoráveis
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O momento é de arrancada da colheita para o ciclo 2026/27 - cuja projeção da Safras & Mercado é de queda de 11,5% em relação à safra anterior, para 3,74 milhões de toneladas. Mesmo assim, a dinâmica do algodão segue favorável para o produtor brasileiro
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O algodão também mantém uma relação indireta com o mercado de petróleo, já que concorre com fibras sintéticas derivadas de petroquímicos, como o poliéster. Quando o preço do petróleo sobe — especialmente o Brent crude oil — o custo de produção dessas fibras aumenta
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