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As frutas terão ganhos imediatos com o acordo entre Mercosul e União Europeia, enquanto carnes e etanol terão acesso gradual por cotas, que ainda serão debatidas entre os países que compõe os blocos
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Segundo Sueme Mori, diretora de relações internacionais da CNA, frutas devem sair na frente com a isenção de tarifas que, hoje, variam entre 12% e 13%. “Logo de cara, a expectativa é de que frutas sejam o setor mais beneficiado com a isenção de tarifas imediatas”, afirmou
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A executiva explica que o acordo prevê tratamentos diferenciados entre cadeias, refletindo sensibilidades tanto do lado europeu quanto do Mercosul
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É o caso de carnes, etanol e cachaça, que terão acesso ao mercado europeu por meio de volumes limitados inicialmente, com expansão gradual ao longo dos anos. Outros itens também seguirão essa lógica de crescimento progressivo das cotas
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Do lado europeu, setores como lácteos foram classificados como mais sensíveis e, por isso, não terão liberalização total de tarifas. “Lácteos não entram com tarifa zerada”, afirmou. Vinhos também terão um regime específico, com cotas estabelecidas por um período determinado
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No caso das carnes, um dos pontos ainda em aberto envolve a divisão das cotas entre os países do Mercosul. O bloco negocia internamente como será repartido o volume total de 99 mil toneladas com acesso ao mercado europeu
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Enquanto isso, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) estabeleceu uma regra transitória para acesso às cotas até o fim deste ano.
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