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A Comissão Europeia publicou uma atualização da regulamentação que altera as condições para a importação de animais e produtos de origem animal destinados ao consumo humano no bloco
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O Brasil permanece fora da lista de países considerados aptos a atender às novas exigências europeias relacionadas ao uso de antimicrobianos na produção animal
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As regras proíbem o uso de determinados antibióticos considerados essenciais para a saúde humana e restringem a utilização de medicamentos antimicrobianos para promoção de crescimento ou aumento de produtividade em animais destinados à produção de alimentos
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A exclusão afeta categorias relevantes para as exportações brasileiras ao mercado europeu, incluindo bovinos, equinos, aves, produtos de aquicultura, mel e tripas animais. Até então, o Brasil figurava na lista de países autorizados para esses segmentos
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A medida faz parte de um esforço mais amplo da União Europeia para combater a resistência antimicrobiana, considerada uma das principais ameaças globais à saúde pública
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Apesar da retirada do Brasil da lista, a regulamentação não representa um embargo imediato às exportações. O texto estabelece que as novas disposições entrarão em vigor a partir de 3 de setembro de 2026. Até lá, autoridades brasileiras e europeias ainda podem manter negociações
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