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A morte de uma idosa de 76 anos no Texas voltou a colocar os sistemas de direção automatizada sob os holofotes. O acidente, está sendo investigado simultaneamente pela NHTSA (National Highway Traffic Safety Administration) e pelo NTSB (National Transportation Safety Board), dois dos principais órgãos federais de segurança viária dos Estados Unidos
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O caso reforça um debate que cresce à medida que veículos com diferentes níveis de automação passam a circular em maior escala. Desde 2022, a NHTSA exige que fabricantes informem acidentes envolvendo Adas (Advanced Driver Assistance Systems) e ADS (Automated Driving Systems)
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Os registros oficiais americanos mostram que o número de ocorrências envolvendo ADS aumentou significativamente nos últimos anos. Isso acompanha tanto a expansão das operações comerciais quanto o crescimento dos testes realizados por empresas de tecnologia e montadoras
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O levantamento aponta mais de 3.800 acidentes registrados envolvendo sistemas ADS desde o início da obrigatoriedade das notificações. A maior parte das ocorrências envolve empresas que operam veículos totalmente autônomos em áreas urbanas
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Apesar da quantidade elevada de notificações, a maior parte dos casos consiste em colisões de baixa velocidade, pequenos impactos durante manobras ou acidentes sem vítimas graves. Casos fatais envolvendo ADS continuam sendo exceção nos bancos de dados da agência americana
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Enquanto os Estados Unidos possuem operações comerciais de veículos autônomos em algumas cidades, o Brasil ainda não autoriza a circulação regular de carros totalmente autônomos
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