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O sistema de pedágio sem cancelas, conhecido internacionalmente como free-flow, está em expansão pelas rodovias brasileiras. Ao substituir as tradicionais barreiras físicas e cabines de cobrança por pórticos com sensores de alta tecnologia, o modelo promete mais fluidez ao trânsito e viagens mais rápidas
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No entanto, a mudança exige atenção dos motoristas quanto às formas de pagamento para evitar surpresas e multas pesadas. A seguir, explicamos em detalhes como o sistema funciona e qual a melhor alternativa para o seu bolso e rotina
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Ao passar por um pórtico instalado na rodovia, o veículo é identificado de duas formas pelos sensores suspensos: por radiofrequência (RFID), sensores fazem a leitura do adesivo (tag) colado no para-brisa do veículo, e por imagem (ORC), câmeras de alta definição fotografam as placas dianteira e traseira do carro para identificar o veículo em sistemas que não detectarem tags ativas
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A escolha de como pagar o pedágio eletrônico interfere diretamente na praticidade, no risco de multas e no preço final da tarifa. Veja as principais diferenças
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Com Tag (Sem Parar, Veloe, ConectCar, etc.) O pagamento acontece de maneira automática via leitura do adesivo no para-brisas. Sendo assim, não exige nenhuma ação por parte do motorista
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Sem Tag (pagamento avulso) O pagamento acontece manualmente via site, app ou totens da concessionária. Para isso, o motorista precisa acessar canais digitais, consultar a placa e pagar em até 30 dias após a passagem pelo pórtico
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Multas e Penalidades Passado o prazo legal de 30 dias para a quitação avulsa da tarifa, o não pagamento é configurado como evasão de pedágio (Art. 209-A do Código de Trânsito Brasileiro). Trata-se de uma infração grave que acarreta multa de R$ 195,23 e acréscimo de 5 pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH)
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