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Uma pesquisa realizada pela Nasa apontou que o número de incêndios florestais no Ártico está aumentando. Além disso, eles estão cada vez maiores, mais intensos e durando mais tempo do que nas décadas anteriores
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Segundo o estudo, essas tendências estão ligadas às mudanças climáticas do Ártico, que está aquecendo cerca de quatro vezes mais rápido que a média global. Os efeitos impactam diretamente a chuva e a neve na região e diminui a umidade do solo, tornando a paisagem mais inflamável
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Outro fator são os raios —principal fonte de ignição de incêndios no Ártico — que estão ocorrendo ao norte. O estudo faz parte de um relatório publicado pelo Programa de Monitoramento e Avaliação do Ártico (AMAP), realizado por um grupo de pesquisadores do Conselho do Ártico
Ilustração de Esther Suh, Centro de Pesquisa Ames da NASA
“O fogo sempre fez parte das paisagens boreais e árticas, mas agora está começando a agir de maneiras mais extremas, semelhantes ao que vimos nas áreas temperadas e tropicais”, diz Jessica McCarty, chefe adjunta da Divisão de Ciências da Terra do Centro de Pesquisa Ames da Nasa
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Ademais, o número de incêndios não é a única preocupação dos cientistas, mas também a intensidade com que queimam
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Como ocorrem incêndios no Ártico? Embora grande parte do Ártico seja coberto por neve e gelo, a região também abriga uma diversidade de ecossistemas que se transformam à medida que se estendem na direção ao polo
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Nele há florestas boreais, compostas principalmente por coníferas como o abeto, o pinheiro e o pinheiro-do-oregon. À medida que essas florestas se tornam mais rarefeitas em direção ao norte, dão lugar a matagais, depois à tundra pradaria e, por fim, a rochas, gelo e ursos polares
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Grande parte dessa vegetação fica coberta de neve durante o inverno, que derrete na primavera. Quando exposta ao sol, a vegetação seca, e pode rapidamente se tornar combustível para um incêndio caso entre em contato com uma fonte ignição
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