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A palavra do comércio internacional para 2026 no agronegócio é “incerteza”, segundo a diretora de Relações Internacionais da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), Sueme Mori
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Sueme destacou que o principal foco de atenção está na dinâmica comercial entre Estados Unidos e China, especialmente para soja e proteína animal
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Ela explicou que os EUA vêm anunciando compromissos comerciais e metas de compra, mas sem transparência e sem números oficiais confirmados pela China, o que pode reposicionar o mercado global e deslocar o Brasil
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Segundo ela, esse tipo de acordo cria incerteza sobre o espaço do Brasil no fornecimento global de grãos
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Apesar dos riscos, Sueme defende que o Brasil tem oportunidade de expandir mercados se transformar acordos em acesso real ao produtor
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