Na berlinda: oferta de cacau aumenta, mas preocupa segunda

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Depois de atravessar um dos períodos mais turbulentos de sua história recente, o mercado global de cacau chega a 2026 cercado por incertezas

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A combinação entre oscilação de preços, queda da demanda e uma oferta que começa a se recompor mantém produtores, indústrias e investidores em compasso de espera, à procura de um ponto de equilíbrio que preserve a rentabilidade sem corroer o consumo

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Segundo dados recentes da Organização Internacional do Cacau (ICCO), a expectativa atual é de um superávit global de cerca de 200 mil toneladas para 2026

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“Extremos climáticos continuam impactando fortemente a cultura do cacau, e esse quadro pode mudar de uma hora para outra”,  diz Anna Paula Losi, presidente executiva da Associação Nacional das Indústrias Processadoras de Cacau (AIPC)

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Para 2026, o desafio central será evitar que o ajuste se transforme em um novo ciclo de desequilíbrio

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“Se o preço cair demais, há desestímulo à produção. A oferta encolhe, o preço volta a subir e o consumo cai novamente. É um ciclo vicioso”, enfatiza Losi

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