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Divulgação/Governo de SP
A taxa de inadimplência em instituições de ensino caiu mais de 2% em 2024, chegando ao nível de 20,36% em descumprimento de pagamentos. Os dados são de uma pesquisa da Linx e Sponte, realizada com 4 mil escolas brasileiras
Paulo Savala/SEE
Segundo o levantamento, todas as regiões do Brasil mostraram um cenário mais favorável para a educação privada, com taxas menores no ano passado. A maior queda da inadimplência escolar foi na região Sul, saindo de 22,27% no ano anterior para 18,33%
Foto: Agência Brasília
Segundo Ricardo Gonçalves, CEO da Sponte, a queda na inadimplência pode estar ligada à flexibilização de pagamentos e programas de renegociação de dívidas oferecidas pelas escolas, somada a outros fatores macroeconômicos
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Contudo, mesmo com a redução no índice de inadimplência nas escolas e uma visível recuperação, as taxas não se aproximam daquelas vistas no período de pré-pandemia. Em 2019, a taxa era de 17,57%
ESTADAO CONTEUDO
Cristopher Morais, diretor de Negócios da Sponte, explica que diversas famílias foram afetadas na pandemia com a redução da renda e pelo aumento dos preços de bens e serviços. Esse cenário fez com que as escolas encerrassem suas atividades ou sofressem com a inadimplência
Cristopher Morais, diretor de Negócios da Sponte
Flavio Florido/Educação SP
Ainda conforme a pesquisa, a educação básica foi o segmento de ensino que teve a maior queda na taxa de inadimplência de 2023 para 2024, recuando quase 5 pontos no ano passado