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A Índia praticamente antecipou sua meta de 20% de mistura de etanol na gasolina (E20) e, com isso, redesenhou não apenas sua matriz de combustíveis, mas a própria lógica de funcionamento do setor sucroenergético e do mercado de grãos
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O que começou como uma política de diversificação energética evoluiu para uma estratégia de substituição de importações, redução da vulnerabilidade externa e estabilização de renda no campo — com efeitos que extrapolam as fronteiras indianas e abrem espaço para cooperação internacional, inclusive com o Brasil
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O programa EBP (Ethanol Blended Petrol), acelerado a partir de 2020, elevou a taxa média de mistura de níveis inferiores a 5% há poucos anos para o patamar atual próximo de 20%
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Em um país que importa mais de 80% do petróleo que consome, a conta é direta: cada ponto percentual adicional de mistura reduz a exposição cambial, alivia o déficit energético e cria demanda doméstica previsível para produtores agrícolas
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A espinha dorsal da produção continua sendo a cana-de-açúcar
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No entanto, diante de episódios recentes de restrição hídrica e preocupação com a oferta de açúcar, o governo ampliou incentivos para o etanol de grãos, sobretudo o milho
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