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Em Manaus (AM), a mobilidade que garante o direito à educação não passa por avenidas ou trilhos - ela navega
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Em uma cidade moldada pelos ciclos do rio Negro e do Amazonas, a prefeitura transformou as hidrovias em corredores estratégicos de acesso à escola, conectando assim comunidades isoladas a um sistema educacional que respeita o clima, a distância e a vida amazônica
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O início do ano letivo de 2026 nas áreas ribeirinhas consolida esse modelo: 48 escolas atendidas via rios, 2.519 alunos matriculados e um calendário desenhado para não ser interrompido pelas cheias
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A operação é conduzida pela Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), e parte de um princípio simples e raro no Brasil: adaptar a política pública ao território — e não o contrário
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Das unidades, 29 estão ao longo do Rio Negro e 19 no Rio Amazonas, atendendo da educação infantil à EJA, o que exige planejamento logístico diário em um dos maiores desafios de mobilidade educacional do país
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Uma semana antes do início do período letivo, duas balsas deixam a zona urbana levando a merenda escolar que garantirá 30 dias de alimentação às escolas ribeirinhas
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