Arquivo/Agência Brasil
De acordo com a primeira etapa do Censo Escolar 2025, apresentado pelo MEC, a taxa de distorção idade-série na rede pública — que mede o percentual de alunos com atraso escolar de dois anos ou mais — registrou uma queda significativa entre 2021 e 2025
Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília
Diminuição da distorção idade-série em todas as etapas Um dos pontos de destaque da entrevista coletiva cedida pelo MEC indica melhorias significativas em todas as fases da educação básica
Gabriel Rosa/AEN/Governo do Estado do Paraná
A melhora é especialmente visível no 3º ano do ensino médio, onde a distorção despencou de 27,2% para 14% no período analisado. Especialistas apontam que políticas de permanência têm sido fundamentais para esse resultado
Gabriel Jabur/Agência Brasília
Diminuição da distorção idade-série em todas as etapas Um dos pontos de destaque da entrevista coletiva cedida pelo MEC indica melhorias significativas em todas as fases da educação básica.
Joel Rodrigues/Agência Brasília
Apesar dos números positivos, os dados do Censo Escolar revelam que o sistema educacional brasileiro ainda lida com profundas disparidades raciais. Em todas as etapas de ensino, o atraso escolar entre alunos que se declaram pretos ou pardos é sistematicamente maior do que entre os alunos brancos
Antônio Cruz/Agência Brasil
Fábio Bravin, da diretoria de estatísticas educacionais do Inep/MEC, destaca que a desproporção se torna gritante na etapa final da educação básica
SEDUC/Ceará/Agência Brasil
"A gente vai olhar que, no caso do ensino médio, os brancos têm uma distorção de 11%, e pretos e pardos quase o dobro, 19%. Então, temos ainda esse desafio de permitir que esse sistema seja mais igualitário, mais equitativo", detalha o especialista
Gabriel Rosa/AEN/Governo do Estado do Paraná