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Em 2026, a continuidade de conflitos entre países — como a guerra entre Rússia e Ucrânia, os embates em Gaza e a recente escalada militar envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã — deixou de ser apenas notícia de jornal para se tornar tema de provas e processos seletivos
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Para os vestibulandos, o desafio vai além do que simplesmente saber "quem atacou quem". As bancas examinadoras consolidaram um modelo de avaliação interdisciplinar que exige conexão entre fatos atuais e conhecimentos clássicos da geografia e história
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Nas questões objetivas de primeira fase, o candidato é confrontado com uma diversidade de linguagens que vai de mapas complexos a charges e excertos de textos acadêmicos
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"Essa diversidade de linguagens exige do estudante um aguçado senso de interpretação e análise de dados, bem como a habilidade de identificar conceitos clássicos presentes nos conflitos atuais”, explica Leandro Martins, professor do ensino médio de geografia e atualidades
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Um exemplo claro disso, explica o docente, é a crise no Irã: mais do que o combate em si, as provas buscam entender o impacto global de um possível bloqueio no Estreito de Ormuz
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Como se preparar? Para transitar com segurança entre esses temas dos dias atuais, o vestibulando precisa de um método que privilegie o distanciamento analítico e a capacidade de síntese
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A primeira recomendação é a manutenção de uma rotina de atualização por meio de analistas que ofereçam profundidade, indo além do factual. Segundo o professor, uma técnica eficaz é a elaboração de textos ou mapas conceituais que listem as causas e as consequências do conflito
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Em resumo, os especialistas afirmam que o sucesso no vestibular de 2026 depende da capacidade de transformar o noticiário em conhecimento estruturado e crítico
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