Fuvest: leitura obrigatória terá autores indígenas e peças de teatro

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O conselho de graduação da USP (Universidade de São Paulo) aprovou as listas de livros para leitura obrigatória da Fuvest referentes aos vestibulares de 2030 a 2033

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A definição antecipada visa permitir que escolas, docentes e estudantes possam se programar para os próximos anos, assegurando uma transição planejada entre os ciclos de leitura, segundo a Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular)

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Gustavo Monaco, diretor-executivo da Fuvest, afirma que a mudança proposta pela seção acadêmica da fundação, em conjunto com professores da banca de literatura, traz novidades

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Pela primeira vez, há a inclusão de autores indígenas

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As obras "Originárias: Uma Antologia Feminina De Literatura Indígena", de Trudruá Dorrico e Maurício Negro, e "Fantasmas", de Daniel Munduruku, integram a lista

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Também entra uma graphic novel: "Beco Do Rosário", de Ana Luiza Koehler

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Outras mudanças incluem o retorno de peças de teatro, com as obras "A Moratória", de Jorge Andrade, e "Orfeu Da Conceição", de Vinicius de Moraes, e a inclusão inédita da literatura asiática, representada pelo livro "O Plantador De Abóboras", do escritor timorense Luís Cardoso

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