Melhora do ensino é prioridade para alunos em escolas públicas, diz estudo

Flavio Florido/Educação SP

Quando perguntados sobre o que esperam do governo de seus estados para as escolas públicas, 22% dos estudantes acreditam que melhorias no ensino e aprendizagem deveriam ser prioridade, enquanto 20% esperam que a infraestrutura das escolas seja priorizada

Paulo Savala/Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

Esse é um dos resultados da pesquisa "O que os estudantes pensam sobre a Educação?", realizada pelo Instituto DataFolha a pedido da Fundação Itaú, Fundação Lemann, Fundação Telefônica Vivo, Instituto Natura, Instituto Sonho Grande, Instituto Unibanco e Todos Pela Educação

Sam Balye/Unsplash

Para um em cada quatro estudantes do Ensino Médio, as questões de aprendizagem são as mais importantes, incluindo ter mais professores e que eles faltem menos, além de aulas mais dinâmicas, diferentes e um aumento geral na qualidade do ensino

José Cruz/Agência Brasil

Para Luana Smeets, gerente de Políticas Públicas do Todos Pela Educação, os professores são a linha de frente da educação. Isso se reflete em outros marcadores do estudo

Bruno Peres/Agência Brasil

"75% dos estudantes que avaliam a escola como boa ou ótima também consideram que os professores explicam bem os conteúdos. No outro oposto, estudantes que avaliam que os professores não explicam bem, a avaliação positiva da escola cai para 48%", avalia

Antônio Cruz/Agência Brasil

Quem frequenta o Ensino Fundamental já vê mais questões na estrutura das escolas, incluindo a manutenção, equipamentos e até ar-condicionado

Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Apesar do senso comum de que as escolas públicas têm uma qualidade menor, 69% dos alunos consideram suas escolas como "ótima" ou "boa", enquanto apenas 5% as consideram ruins ou péssimas. Mas Smeets alerta que essa análise exige cautela

Marcelo Camargo/Agência Brasil

"Isso não significa ausência de problemas, apesar de demonstrar que os estudantes reconhecem aspectos positivos da experiência escolar, como a relação com professores e o ambiente de convivência", pondera

Marcelo Camargo/Agência Brasil