Marcelo Camargo/Agência Brasil
O modelo cívico-militar de escolas é diferente do das escolas militares mantidas pelas Forças Armadas. Em escolas cívico-militares, as secretarias estaduais de Educação continuariam responsáveis pelo currículo escolar, que é o mesmo das escolas civis
Marcelo Camargo/Agência Brasil
No modelo, os professores e demais profissionais da educação continuam responsáveis pelo trabalho didático-pedagógico
Roberto Dziura Jr/Núcleo Regional de Educação de União da Vitória
Os militares, que podem ser integrantes da Polícia Militar ou das Forças Armadas, atuariam como monitores na gestão educacional, estabelecendo normas de convivência e aplicando medidas disciplinares
Marcelo Camargo/Agência Brasil
O Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (Pecim) foi encerrado pelo governo Lula em 2023. Na época, o então ministro da Educação, Camila Santana, afirmou à CNN Brasil que o encerramento não se deu por questões políticas, mas baseado em análises pedagógicas e técnicas
Antonio Cruz/Agência Brasil
As escolas cívico-militares que continuaram existindo desde então, frutos de decisões estaduais ou municipais, contam com uma gestão compartilhada entre as secretarias de Educação e de Segurança Pública
Marcelo Camargo/Agência Brasil
Tanto as escolas cívico-militares mantidas pelos governos estaduais ou prefeituras, como as escolas militares administradas pelas Forças Armadas são públicas. Ambas são oferecidas a partir do ensino fundamental 2 e/ou ensino médio, a depender da instituição que adota os modelos
Reprodução/ALESP