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Oito em cada dez brasileiros com filhos em idade escolar que vão às compras nesta volta às aulas costumam reaproveitar itens do ano letivo anterior, como mochilas, estojos e cadernos parcialmente usados
Rovena Rosa/Agência Brasil
O dado revela como a busca por economia se tornou uma estratégia central das famílias diante dos custos associados ao início do ano escolar, segundo pesquisa do Instituto Locomotiva em parceria com a QuestionPro
Arquivo/Agência Brasília
Apesar das diferentes estratégias de contenção de gastos, a avaliação da lista de material escolar enviada pelas instituições de ensino divide a opinião dos brasileiros
Rovena Rosa/Agência Brasil
Pouco mais da metade dos pais considera a lista adequada (56%), enquanto 42% avaliam como excessiva, evidenciando a percepção de que parte dos itens exigidos ultrapassa o necessário para o ano letivo
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Ainda que o orçamento preocupe as famílias, a intenção de compra permanece elevada: nove em cada dez brasileiros com filhos em idade escolar afirmam que irão às compras para o ano letivo de 2026
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Impacto financeiro Cerca de 88% dos brasileiros que vão às compras afirmam que os gastos com material escolar, uniforme e livros didáticos afetam o orçamento familiar. Entre as famílias de menor renda, essa percepção é ainda mais acentuada
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Para 52% das classes D e E, o impacto é considerado muito grande. Entre as classes A e B, esse percentual cai para 32%. Além disso, 84% afirmam que os preços dos materiais escolares influenciam decisões em outras áreas do orçamento familiar, como alimentação ou contas do mês
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Diante desse cenário, a pesquisa de preços se consolida como uma prática quase universal. Nove em cada dez brasileiros pesquisam valores antes de comprar material escolar. Cerca de dois terços afirmam comparar preços em várias lojas
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