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Em outubro deste ano os brasileiros vão às urnas escolher não só o próximo presidente da República, mas também governadores e quem irá compor o Congresso Nacional pelos próximos quatro anos
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Para esse tabuleiro, alguns candidatos optam por mudar seus domicílios eleitorais
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Tal decisão envolve uma série de fatores, como, por exemplo, a quantidade de vagas por unidade federativa para cada cargo. No caso de candidaturas ao Senado Federal, serão eleitos dois parlamentares em cada estado e no DF, sendo renovado 2/3 da Casa Legislativa
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Para deputados federais esse número varia de acordo com a quantidade de habitantes de cada unidade da federação
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O cientista político da FGV (Fundação Getúlio Vargas) Leonardo Paz Neves diz que são alguns componentes que fazem com que um determinado político escolha mudar de domicílio eleitoral
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Ele relembra ainda o caso da família Sarney. "Você teve o ex-presidente José Sarney indo para o Amapá disputando o Senado e deixa a filha dele, a Rosana Sarney, no Maranhão. Então, eles não ficam disputando consigo mesmos as vagas no Senado", cita Paz Neves
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A conjuntura toda, de acordo com Paz Neves, é formada por espaço dentro do partido, disputas internas e competitividade em cada estado
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De acordo com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), cada candidato precisa registrar o domicílio eleitoral no local em que pretende concorrer há pelo menos seis meses antes da data da votação. É preciso também que a filiação partidária seja aprovada no mesmo prazo
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