Instagram/Tamara Klink
O navegador e escritor Amyr Klink tentou não influenciar as filhas a trilhar o mesmo caminho que o dele. Mas as coisas não seguiram como ele imaginava
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À CNN Brasil, ele contou que não esperava que Tamara Klink, sua primogênita, se tornasse velejadora e escolhesse a solidão da vida em um embarcada
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"Tudo que eu podia fazer para ela não ser navegadora, acho que fiz. Deu tudo errado e ela se inspirou a ser navegadora, para nosso desespero", disse
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Ele ainda contou que, quando estava em sua missão de travessia do Oceano Atlântico Sul, sentia saudades da família, mas que encarava esse sentimento como uma coisa boa
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"Tinha uma bruta saudade, mas é saudável. Minha família sempre acompanhou o que eu estava fazendo, onde eu estava, em qual latitude, em qual oceano... Dá saudades, mas imagina que tristeza quem não tem saudade", destacou
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Com 28 anos, Tamara seguiu os passos aventureiros do pai e foi a primeira mulher a passar um inverno sozinha no mar congelado do Ártico, na Groenlândia — história que ela conta no livro "Bom Dia, Inverno"
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