Eurovision: mudança de regras impede que país em conflito sedie evento

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O país vencedor do Eurovision ficará impedido de sediar o concurso no ano seguinte caso esteja envolvido em um conflito armado ou em uma “situação geopolítica sensível” que possa afetar a segurança do evento, informaram os organizadores

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As regras do concurso, que tradicionalmente é sediado pela emissora vencedora do ano anterior, foram atualizadas após uma revisão anual realizada pela EBU (União Europeia de Radiodifusão)

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Segundo os organizadores, as mudanças foram “elaboradas para proporcionar maior clareza a todos os participantes”

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A mudança nas regras ocorre após a controvérsia em torno da participação de Israel no concurso, apesar de suas ações militares em Gaza e no Oriente Médio

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A atualização das regras também afetará a Ucrânia, que está em guerra desde a invasão em larga escala do país pela Rússia, em 2022. Depois que a Ucrânia venceu o Eurovision em 2022, a EBU convidou o Reino Unido, segundo colocado, para sediar o concurso em 2023, por razões de segurança

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O Eurovision Song Contest de 2027 será realizado na Bulgária, depois que a cantora Dara terminou à frente de Israel, que ficou em segundo lugar na competição de 2026

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