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O Oscar 2026 colocou o cinema brasileiro no centro do mundo. Mas a força que levou "O Agente Secreto" à Hollywood não surgiu do nada. Ela é parte de um movimento mais amplo, alimentado por uma geração de cineastas que vem acumulando prêmios e plateias em Gramado, Berlim, Veneza e Cannes. Veja a seguir alguns nomes que se destacam
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Luciano Vidigal Ao longo de mais de duas décadas, Luciano Vidigal construiu uma carreira plural entre a atuação, o teatro e a direção — sempre com a periferia carioca como território. Foi com "Kasa Branca" (2024), porém, que estreou na ficção de longa-metragem solo
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Marcelo Caetano Marcelo Caetano percorreu o cinema brasileiro por dentro antes de afirmar sua própria voz como diretor — como assistente de direção em "Tatuagem" (2013) e "Boi Neon" (2015), e como produtor de elenco em "Aquarius" (2016) e "Bacurau" (2019), ambos de Kleber Mendonça Filho
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Marcelo Botta Antes de estrear no cinema, Marcelo Botta passou mais de uma década dirigindo séries documentais e de ficção para grandes canais internacionais, como MTV, Paramount, Disney, Fox, FX e Comedy Central, filmando em mais de 20 países e acumulando prêmios como o ABRA e o APCA
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Djin Sganzerla Filha dos cineastas Rogério Sganzerla e Helena Ignez, Djin Sganzerla estreou atrás das câmeras, em 2020, com "Mulher Oceano", que também roteirizou e protagonizou. Rodado entre Tóquio e o Rio de Janeiro, o longa colheu 15 prêmios nacionais e internacionais
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Mariana Brennand Brasiliense formada em cinema na Universidade da Califórnia, Marianna construiu sua trajetória no documentário antes de migrar para a ficção. Seu filme sobre o tio-avô, o artista Francisco Brennand, foi duplamente premiado na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo como melhor documentário e melhor filme brasileiro
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