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A temporada de premiações que antecede o Oscar 2026 foi marcada por uma série de episódios que colocaram artistas — e até mesmo indicados — em situações, digamos, delicadas
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Da polêmica racista no Bafta a declarações mal recebidas sobre arte, animais e votantes brasileiros, o caminho até a cerimônia teve mais do que os habituais momentos de tensão
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Timothée Chalamet, indicado a Melhor Ator por "Marty Supreme", se viu no centro de uma controvérsia própria. Em evento organizado pela revista Variety, ao lado do ator Matthew McConaughey, afirmou que balé e ópera são artes em declínio
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O comentário não foi bem recebido pelo público, imprensa e a indústria artística — ainda mais diante da revelação de que a mãe do ator é ex-bailarina. A tentativa de amenizar a situação, declarando ter "todo o respeito pelos profissionais da área", não foi suficiente para conter as críticas
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"Bugonia", do grego Yorgos Lanthimos, também acumulou controvérsias antes mesmo de chegar às telas. O governo grego negou ao diretor autorização para filmar no Acrópole de Atenas, considerando as cenas planejadas incompatíveis com "o simbolismo e os valores que a Acrópole representa"
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"Uma Batalha Após a Outra", de Paul Thomas Anderson, tem uma lista considerável de desafetos. Para parte do público americano, o longa é, na prática, um manifesto contra a política de imigração de Trump: a semelhança entre o vilão de Sean Penn e um agente real da patrulha de fronteira dos EUA não passou despercebida
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