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Os serviços de streaming dominaram o mercado da música no Brasil em 2024, conforme aponta o relatório Mercado Brasileiro de Música, produzido pela Pro-Música
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Com R$ 3,05 bilhões de faturamento, as plataformas representaram 87,6% das receitas totais do setor no Brasil no ano passado
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O resultado ajudou a impulsionar os resultados da música no Brasil, que cresceu 22,5%, movimentou R$ 3,08 bilhões e manteve o país na 9ª posição da lista dos maiores mercados de música no mundo, segundo a Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI)
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Todos os segmentos dos serviços de streaming cresceram no ano passado, com destaque para as assinaturas de plataformas como Spotify, Deezer, Apple Music, YouTube Music e Amazon Music
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Elas chegaram a um faturamento de R$ 2,07 bilhões, o que representa um crescimento de 26,96% em relação a 2023 e uma faixa de 68% do mercado de streaming no Brasil em 2024
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O uso de serviços de plataformas de áudio cresceu 8,3%, enquanto o segmento de vídeos musicais avançou 20,3%
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Apesar de representar apenas 0,6% do faturamento do mercado da música no Brasil, as vendas físicas registraram um crescimento de 31,5% e alcançaram o maior patamar desde 2017, com R$ 21 milhões
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O formato que mais contribuiu com esse crescimento foi o vinil, cujo faturamento chegou a R$ 16 milhões, que representa uma alta de 45,6% no último ano
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O vinil era o líder em vendas físicas no Brasil em 2023, mas ampliou sua dianteira frente ao CD em 2024 representando 76,7% do faturamento do setor, contra 23% do formato que dominava anteriormente
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