Análise: "Brasil teve uma campanha medíocre com pobreza de repertório"

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O Brasil teve uma campanha medíocre. A palavra se encaixa com o significado de dicionário. Medíocre é algo mediano. E ponto. De seis fases possíveis, a seleção brasileira chegou na terceira fase. De cinco jogos, venceu três, empatou um e perdeu um

Rafael Ribeiro/CBF

Vecemos adversário apáticos. Segundo o ranking da Fifa, empatamos com o sexto colocado e perdemos para o décimo nono. É uma pobreza de qualidade e repertório em comparação com o passado da Seleção Brasileira

Rafael Ribeiro/CBF

Nessa Copa, a Seleção Brasileira sofreu com erros que custaram o hexa. O ciclo foi ruim, cheio de troca de técnicos e no comando da CBF. Carlo Ancelotti teve um rendimento muito abaixo comparado com a sua história nas ligas da Europa

MARCELO MACHADO DE MELO/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

E o Neymar? Houve uma pressão para a convocação de do atacante do Santos que, mais uma vez, não mostrou o seu pontencial na Copa. Neymar provocou o goleiro Ørjan Nyland ao bater um pênalti que não serviu de muita coisa. Perdeu tempo em discussão enquanto o tempo corria contra a Seleção

Rafael Ribeiro/CBF

E, por falar em penalti, descobrimos do pior jeito que o Bruno Guimarães era o quarto em preferência para uma penalidade. Ancelotti revelou que Neymar, Igor Thiago e Raphinha estavam à frente na lista das preferências. Nenhum estava em campo no primeiro tempo

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O dia 5 de julho de 2026 foi aquele em que nada funcionou. Martinelli não conseguiu marcar. O tão aclamado Endrick jogou e perdeu um gol feito. Gabriel Magalhães não conseguiu marcar o Haaland. Ancelotti mexeu mal no segundo tempo

Reuters/Sam Navarro

Fato é que as vitórias anteriores contra o Haiti e Escócia, principalmente, mascararam os defeitos do elenco que nunca empolgou, esteve recheado de atuações ruins de jogadores dos principais times do mundo e sofreu com lesões

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Agora, veremos uma outra seleção ser campeã por mérito puro. Não há nada mais medíocre para uma nação pentacampeã ter que acompanhar a comemoração do outro sem, ao menos, ter tido a capacidade de disputar a propriedade da maior festa do futebol

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