Divulgação/FIFA
Ulrik Pedersen/DeFodi Images via Getty Images
O plano do presidente da Fifa, Gianni Infantino, de criar uma empresa de 20 bilhões de dólares (R$ 102 bilhões) para gerir a Copa do Mundo com investidores privados, incluindo a família Kushner, foi imediatamente atacado pela Uefa, entidade do futebol europeu
Manuel Velasquez - FIFA/FIFA via Getty Images
Os planos de Infantino de formar uma subsidiária comercial, que seria chamada de Fifa Forward Enterprise (FFE), para gerir competições como a Copa do Mundo e o Mundial de Clubes, foram divulgados pela primeira vez pelo The Times of London
REUTERS/Kevin Lamarque
A Fifa está trabalhando com o J.P. Morgan, enquanto os investidores pretendidos incluem a Thrive Eternal, fundada por Joshua Kushner, cujo irmão Jared Kushner é genro do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump
Elizabeth Ruiz Ruiz - FIFA/FIFA via Getty Images
A Copa do Mundo masculina encerrada em julho apenas aprofundou os laços políticos e pessoais entre Trump e Infantino, e alimentou preocupações sobre esses vínculos, inclusive por parte da Uefa
REUTERS/Arnd Wiegmann
A Fifa é atualmente uma associação sem fins lucrativos, com sede na Suíça, composta por 211 federações nacionais membros em todo o mundo. Esses membros precisam aprovar qualquer plano e teriam a oportunidade "de acessar até 20 milhões de dólares em capital único", disse a Fifa
Marco Rosi/Lazio/Getty Images
A Uefa, no entanto, afirmou que levava os relatos sobre o projeto "extremamente a sério". Em votação unânime, a entidade europeia decidiu boicotar futuras edições da Copa do Mundo caso a Fifa não volte atrás na decisão
Uefa, em comunicado oficial