Lívia Villas Boas | Staff Images Woman/CBF
A aproximadamente um ano para o início, a Copa do Mundo Feminina da Fifa de 2027, que será realizada no Brasil, caminha para viver o auge da maturidade econômica e se tornar a primeira edição da história a gerar lucro financeiro, independentemente de contratos do torneio masculino
Divulgação/CBF
A projeção inédita da chefe de futebol da Fifa, Jill Ellis, reforça a evolução da modalidade e o enorme potencial comercial que o país oferece ao mercado esportivo
Buda Mendes - FIFA/FIFA via Getty Images
A entidade prevê um aporte estrutural de US$ 800 milhões para a realização do evento em solo brasileiro e garante que o volume total de arrecadação irá superar este montante, gerando receitas capazes de cobrir integralmente os custos logísticos e estruturais
Pixabay/Pexels
A expectativa de lucratividade está atrelada ao engajamento recorde do público, ao robusto plano de mídia e a parcerias comerciais estratégicas. Entre os destaques comerciais globais está o contrato com a plataforma Netflix
FIFA/FIFA via Getty Images
Outro ponto é a adoção de uma política de ingressos acessíveis. O foco é atrair o público aos estádios para manter a atmosfera vibrante e garantir a inclusão
crazy motions/Pexels
"A Copa do Mundo Feminina é um evento com potencial disruptivo para consolidar definitivamente a modalidade no cenário nacional. Os recordes sucessivos de público nos amistosos recentes não são apenas números isolados", comenta Rene Salviano, CEO da Heatmap
FIFA/FIFA via Getty Images