Reprodução / Instagram
A Associação do Futebol Argentino (AFA) está sendo investigada pelo FBI em meio à Copa do Mundo
Divulgação/Adidas
As autoridades apuram se movimentações financeiras realizadas em solo norte-americano durante a gestão do presidente Claudio Tapia e do tesoureiro Pablo Toviggino podem configurar crimes como lavagem de dinheiro, desvio de recursos e fraude bancária
Reprodução/AFA
No centro da investigação está a empresa TourProdEnter LLC, sediada na Flórida e pertencente ao empresário Javier Faroni. A companhia era responsável por administrar a cobrança dos contratos internacionais firmados pela AFA com patrocinadores e outros parceiros comerciais
Pixabay/Pexels
Os agentes buscam rastrear o fluxo dos recursos gerenciados por Faroni e sua esposa, Erica Gillete, por meio do sistema financeiro dos Estados Unidos. Entre os contratos analisados estão um acordo de US$ 60 milhões com a Adidas e outro de US$ 40 milhões com a Warner
REUTERS/Dado Ruvic
Segundo reportagem do jornal argentino La Nación, a empresa movimentou pelo menos US$ 260 milhões em receitas da AFA por meio de cinco grandes bancos americanos – Citibank, JPMorgan, Bank of America, Synovus e PNC Bank
crazy motions/Pexels
O principal ponto de atenção para o FBI é que cerca de US$ 57 milhões desse total foram transferidos para empresas e beneficiários sem justificativa econômica clara ou finalidade comercial identificável nos documentos
Jonathan Borba/Pexels
Há suspeitas de que algumas dessas empresas sejam de fachada. Os investigadores também identificaram pagamentos para duas empresas ligadas a Toviggino e transferências para sua companheira, que é parente de Manuel Valdés, apontado como "guia espiritual" da Seleção Argentina
Jonathan Borba/Pexels
Até o momento, a investigação segue em fase preliminar nos Estados Unidos, e nenhuma acusação formal ou indiciamento foi apresentado contra a AFA ou seus dirigentes. A entidade ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso
Reprodução/AFA