Divulgação/Roland Garros
Shahin Mren/Pexels
A Associação de Tenistas Profissionais (PTPA) afirmou que o impasse em torno da premiação de Roland Garros evidencia por que a entidade vem contestando a administração do Tênis. Segundo o grupo, sem reformas estruturais, o esporte seguirá preso a ciclos de disputas e avanços graduais
saeed basseri/Pexels
Jogadores de elite têm pressionado por uma fatia maior das receitas do torneio francês, cuja premiação total é de 61,7 milhões de euros — cerca de R$ 304,8 milhões na cotação atual —, valor ainda inferior ao dos outros três Grand Slams, mesmo após um aumento de 9,5%
Leonardo Fernandez/Getty Images
Aryna Sabalenka e outros nomes de destaque manifestaram “profunda decepção” em comunicado divulgado nesta semana e indicaram a possibilidade de boicote caso a diferença em relação ao Australian Open, ao US Open e a Wimbledon não seja reduzida
Instagram/australianopen
O Australian Open ofereceu premiação recorde de 111,5 milhões de dólares australianos — cerca de R$ 551,8 milhões — em janeiro. Já o US Open distribuiu US$ 90 milhões (cerca de R$ 444,6 milhões), enquanto Wimbledon pagou 53,5 milhões de libras (cerca de R$ 264,3 milhões) em 2025
Divulgação/Roland Garros
Os Grand Slams operam sob modelos financeiros diferentes dos circuitos da ATP e da WTA, com premiações definidas de forma independentemente, e não por um sistema centralizado. A Reuters procurou os organizadores de Roland Garros, mas ainda não houve resposta
Divulgação/WTA
Sabalenka afirmou que os jogadores são, sem dúvida, o principal atrativo dos maiores torneios do esporte e, por isso, merecem uma parcela maior das receitas. Ela apoiou a proposta de uma divisão de 22%, alinhada ao que ATP e WTA oferecem em eventos combinados de nível 1000
Aryna Sabalenka