Reprodução/Instagram/Freddie Woodward
Freddie Woodward teve contato com pornografia ainda jovem e, na adolescência, o consumo se tornou cada vez mais frequente, enquanto ele avançava na carreira dos saltos ornamentais
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Após disputar os Jogos Olímpicos do Rio, em 2016, percebeu que o hábito afetava sua produtividade, mas só reconheceu o problema após ter um conteúdo íntimo vazado em 2017
Divulgação/Agência Brasi
A partir daí, tentou parar várias vezes e, após seis anos, conseguiu abandonar o consumo, estando há dois anos sem assistir
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Desde então, passou a falar publicamente sobre o tema e a defender mais conscientização sobre o uso compulsivo de pornografia
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Embora outros atletas tenham relatado experiências semelhantes, ainda não há evidências suficientes de que esportistas sejam mais vulneráveis, apesar da pressão, do isolamento e da rotina intensa
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A OMS não classifica o “vício em pornografia” como dependência, mas reconhece o transtorno de comportamento sexual compulsivo quando o consumo prejudica relacionamentos, trabalho ou autoestima
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