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As equipes e as partes interessadas da Fórmula 1 concordaram de forma unânime em fazer ajustes nas regras com o objetivo de melhorar as corridas e a segurança dos pilotos
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A F1 iniciou uma nova era nesta temporada com grandes mudanças nas regras tanto do chassi quanto do motor, com as novas unidades de potência divididas aproximadamente em 50-50 entre energia elétrica e a combustão
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Ao longo das três primeiras corridas, os pilotos reclamaram da necessidade de "tirar o pé do acelerador e deixar o carro planar" nas curvas de alta velocidade para que o motor a combustão pudesse recarregar a bateria, e expressaram preocupações com a segurança
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A Federação Internacional de Automobilismo (FIA), entidade que rege o automobilismo, afirmou em comunicado que uma reunião online com os 11 chefes de equipe, CEOs das unidades de potência e a Fórmula 1 resultou em uma série de "ajustes" para a temporada
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A FIA afirmou que os parâmetros de gerenciamento de energia seriam ajustados para a qualificação, com uma redução na recarga máxima permitida de oito megajoules para sete, a fim de incentivar uma condução mais consistente em velocidade máxima, e um aumento na potência máxima de "superclip" de 250 kW para 350 kW
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Na corrida, foram introduzidas medidas para reduzir as velocidades de aproximação excessivas e limitar as diferenças repentinas de desempenho, com a potência máxima disponível através do impulso limitada a 150 kW adicionais
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Um novo sistema foi desenvolvido para mitigar os riscos de um carro com arranque lento ser atingido por um carro mais rápido que vem logo atrás, além de medidas para melhorar a segurança e a visibilidade em piso molhado
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