Divulgação/Fifa
Segundo José Ricardo Bandeira, especialista em segurança pública e presidente do Instituto de Criminalística e Ciências Policiais da América Latina, “a possibilidade de um atentado terrorista durante a Copa do Mundo é extremamente real e elevada”
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A guerra no Oriente Médio, a falta de dinheiro e até a ação de “lobos solitários” aumentam o risco para atletas, delegações, turistas e moradores dos países anfitriões
Majid Asgaripour/WANA (West Asia News Agency) via REUTERS
José Ricardo Bandeira, especialista em segurança pública
O Irã pediu a mudança dos jogos para o México, mas a Fifa dá indícios que não pretende mudar o calendário. O presidente Donald Trump disse que o Irã será bem-vindo na competição, mas o ideal seria que a seleção não participasse do mundial por risco à segurança deles próprios
Reprodução/Instagram/@teammellifootball
O especialista também teme a ação de ciberterroristas e entende que o México pode ser o “calcanhar de Aquiles” da Copa do Mundo
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José Ricardo Bandeira, especialista em segurança pública
José Ricardo Bandeira, especialista em segurança pública
Jay Bendlin/Atlanta United
Relatórios de inteligência apontam para o risco de ataques extremistas, incluindo ações contra infraestruturas de transporte, além de possíveis distúrbios civis relacionados à política de imigração do presidente Donald Trump