Ivan Bertolazzi/Pexels
A população de Cuba foi impactada por uma crise complexa e delicada após um apagão deixar o país insular sem energia mais uma vez e ameaçar a oferta de serviços básicos
Pexels
O novo apagão acontece em meio ao bloqueio dos Estados Unidos de fornecimento de combustível -- Cuba depende fortemente do petróleo para a geração de eletricidade
kaboompics.com/Pexels
Os EUA interromperam o fornecimento de petróleo da Venezuela para o país caribenho após capturarem Nicolás Maduro no início de janeiro.
aboodi vesakaran/Pexels
Posteriormente, ameaçaram impor tarifas a outras nações exportadoras de petróleo para Cuba, alegando que Havana representava uma “ameaça extraordinária” por se aliar a “países hostis e atores malignos, (e) abrigar suas capacidades militares e de inteligência”.
Yuting Gao/Pexels
Cuba rejeitou a alegação e pediu que as medidas sejam revogadas. O bloqueio agravou a crise energética e causou cortes de energia intermitentes, racionamento de suprimentos médicos e queda no turismo, segundo autoridades
Pexels
Os preços dos combustíveis dispararam tanto que a gasolina pode chegar a US$ 9 (equivalente a cerca de R$ 47) o litro no mercado paralelo, o que significa que encher o tanque de um carro custa mais de US$ 300 (equivalente a cerca de R$ 1.579)
Pexels
Apagões em todo o país têm sido frequentes nos últimos anos. Autoridades já atribuíram esses problemas às sanções econômicas americanas, embora críticos também apontem a falta de investimentos no precário sistema de geração de energia da ilha
Pexels
O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, afirmou que nenhum petróleo foi entregue à ilha nos últimos três meses. Ele também disse que autoridades cubanas conversaram com os Estados Unidos para “identificar os problemas bilaterais que precisam de solução”
Reprodução/X/@diazcanelb