Entenda como os EUA lidam com onda de calor extremo

Reprodução

Temperaturas recordes se espalharam pelos Estados Unidos, colocando dezenas de milhões de pessoas sob alertas. O calor extremo deve elevar a sensação térmica para 37,8 °C a 46,1 °C em grande parte da região Leste, de acordo com as previsões

Reuters

Nas grandes cidades desde Washington, D.C., até Nova York, algumas empresas estão pedindo para que funcionários trabalhem de casa e emitindo alertas para que as pessoas evitem ficar fora de ambientes climatizados

Pexels

Outra preocupação é com a capacidade das redes elétricas com tantos aparelhos de ar-condicionado ligados ao mesmo tempo. O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, causou polêmica ao pedir para que todos na cidade mantivessem os aparelhos nos 25 graus para conservar energia

Pexels

Nova York também abriu centenas de centros de resfriamento e mobilizou mais de uma dúzia de “vans de resfriamento” equipadas com água, eletrólitos, protetor solar e refeições para os nova-iorquinos que precisam de alívio

Reprodução

Antes da onda de calor, as autoridades municipais haviam pedido aos operadores de outdoors na icônica Times Square que reduzissem o brilho de seus painéis para diminuir o consumo de energia e solicitaram que as empresas não ajustassem os termostatos para menos de 25,5 °C

Barry Winiker / Getty Images

Em Chicago, a professora de ciências do ensino médio Michelle Klein, de 57 anos,  encheu o tanque do carro, fez as compras semanais mais cedo, abasteceu a geladeira com bebidas geladas extras e regou bem as plantas

Pexels

Cientistas confirmaram, por meio de anos de estudos, que as emissões de gases de efeito estufa estão tornando as ondas de calor em todo o mundo mais prováveis e intensas

Reprodução

leia mais em

Freepik