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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma ordem executiva que recomenda a redução das vacinas infantis de rotina e instrui o Departamento de Justiça a contestar as leis estaduais sobre vacinação, uma medida prontamente rejeitada por médicos e fabricantes de vacinas
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A ordem promove um objetivo de longa data do secretário de Saúde Robert F. Kennedy Jr. e reafirma uma reformulação do calendário de vacinação de janeiro que havia sido posteriormente suspensa por um tribunal federal
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Isso reflete a alegação de Trump e Kennedy sobre uma ligação entre vacinas e autismo, que contradiz décadas de estudos científicos que não mostram associação entre ambos, bem como os muitos benefícios da imunização contra doenças graves
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A determinação recomenda a imunização universal de crianças contra 11 doenças, como sarampo, poliomielite, tétano e coqueluche, em comparação com as 18 recomendadas pelo CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças) dos EUA no final de 2024
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As vacinas removidas da lista universal são as contra Covid-19, gripe, rotavírus, hepatite A, hepatite B, meningite bacteriana e VSR
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Elas passam a integrar a categoria de "grupos ou populações de alto risco", recomendada apenas para crianças com risco elevado devido a uma condição subjacente ou exposição, ou a classe de "tomada de decisão clínica compartilhada", indicada mediante consulta médica
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Algumas vacinas, incluindo as contra hepatite A e B, enquadram-se em ambas as categorias
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Também recomenda dividir as vacinas combinadas, como a contra caxumba e rubéola ou MMR, em três doses individuais e distribuir as imunizações ao longo de visitas separadas a um profissional de saúde
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A ordem orienta o procurador-geral a processar estados cujas leis contrariem direitos parentais, liberdade religiosa, adaptações para pessoas com deficiência e igualdade, incluindo exceções religiosas e médicas à vacinação obrigatória
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