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Nos 25 anos desde que integrantes da Al-Qaeda sequestraram aviões comerciais e os lançaram contra o World Trade Center e o Pentágono, o grupo fundado por Osama bin Laden inspirou ataques em todo o mundo
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Entre os ataques mais mortais, estão o atentado de 2002 a uma zona de discotecas em Bali, que matou 202 pessoas; os atentados a bomba em trens que deixaram mais de 190 vítimas em Madri, em 2004; e os atentados suicidas que mataram 52 no metrô e em um carro em Londres, em 2005
Reuters/Kai Pfaffenbach
Apesar de reveses, como a morte de Bin Laden em 2011 e o surgimento do Estado Islâmico, a Al-Qaeda ainda apoia e inspira militantes, especialmente na África e no Oriente Médio
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Um dos grupos mais poderosos estava no Iraque, onde a Al-Qaeda lutou contra as forças lideradas pelos EUA após a invasão de 2003
REUTERS/Mahmoud Hasano
Um ramo surgiu no Norte da África em 2007 e outro na Península Arábica em 2009
Hosam Katan - Reuters
Em África, os afiliados da Al Qaeda incluem o Al Shabaab na Somália e o JNIM (Jama'at Nusrat al‑Islam w al‑Muslimin) na região do Sahel
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A Al-Qaeda também tem ligações com o TTP (Tehrik-e Taliban Paquistão), também conhecido como Taliban Paquistanês, que está a travar uma insurreição contra Islamabad
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A ascensão do Estado Islâmico, em 2014, reduziu a influência da Al-Qaeda, que passou a disputar seguidores e espaço com o grupo rival
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