Seyfettin Geçit/Pexels
Recentemente, uma série de terremotos de alto poder destrutivo tem assolado o mundo, incluindo a América Latina. Mas o que faz um terremoto ser mortal? Confira a seguir
Matheus Natan/Pexels
Movimento e magnitude A magnitude de um terremoto é medida por uma escala logarítmica que aumenta a cada unidade, de modo que um terremoto de magnitude 7 é mais de 30 vezes mais forte do que um de magnitude 6
akın akdağ/Pexels
Outro fator é o movimento. Os eventos recentes na Colômbia e na Venezuela foram terremotos de falha transformante, desencadeados pelos movimentos horizontais da crosta terrestre, resultando em um tipo de tremor muito mais perigoso para edifícios
女子 正真/Pexels
Terremotos de grande magnitude também costumam causar réplicas, um risco grave para quem retorna a estruturas danificadas pelo primeiro impacto
Shamia Casiano/Pexels
Terreno e infraestrutura Países mais propensos a terremotos, como o Chile e o Japão, têm regulamentações para garantir que os edifícios possam resistir a tremores violentos, utilizando projetos robustos, porém flexíveis, que permitem que eles oscilem sem quebrar
Reprodução
A construção informal de moradias ou o investimento insuficiente em engenharia podem ser devastadores em cidades densamente povoadas. Estima-se que o terremoto do Haiti em 2010 tenha matado mais de 300 mil pessoas, com um custo equivalente a 120% do PIB do ano anterior
Wikimedia Commons
Outro fator crucial é o terreno instável. A Cidade do México, construída sobre o leito seco de um lago, é vulnerável até mesmo a terremotos distantes devido ao efeito amplificador da estrutura do solo
Reprodução/Turismo de Jalisco
Planejamento futuro Impor códigos de construção em áreas raramente atingidas por terremotos graves pode ser complicado, com riscos difíceis de mitigar. A criação de redes de estações sísmicas e o compartilhamento de dados além-fronteiras são fundamentais para ajudar a reduzir os riscos
Surdu Horia/Pexels