Instagram/Lula
Lula discursou na abertura da Assembleia Geral da ONU, em sua décima participação no evento
Instagram/Lula
Em comparação ao discurso do ano anterior, o tom adotado em 2026 foi significativamente mais duro, com foco na soberania nacional e com claros acenos ao contexto eleitoral brasileiro
Instagram/Lula
Os analistas de Política Pedro Venceslau e Julliana Lopes analisaram os discursos de Lula de 2025 e 2026
Wikimedia commons
A defesa da soberania nacional foi apontada por Julliana como o ponto mais óbvio do discurso
Instagram/Lula
"Com recados diretos para Marco Rubio sem citar Marco Rubio, e para Donald Trump sem citar Donald Trump", destacou a analista
Instagram/Lula
Em 2025, Lula havia adotado um discurso voltado à defesa das instituições democráticas brasileiras, com ênfase na resiliência democrática interna do país diante de ataques recentes
Instagram/Lula
Em 2026, o discurso começou com a frase "o sentimento que me move hoje é o da indignação", sinalizando o tom mais combativo
Instagram/Lula
Lula também citou Yasser Arafat, Itzak Rabin e a relatora Francesca Albanese, responsável pelo relatório que concluiu ter havido genocídio em Gaza promovido pelas forças israelenses
REUTERS/MIKE SEGAR
Venceslau destacou que a parte final do discurso de 2026 assumiu um tom abertamente eleitoral
Reprodução/CNN
"Ele está colocando a candidatura dele como a candidatura que mira o futuro e a oportunidade, e a do adversário dele, Flávio Bolsonaro (PL), como a que representa passado e exclusão. Só faltou pedir voto e dizer o número", afirmou o analista
Reprodução/CNN