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A Organização Mundial da Saúde declarou um surto de Ebola na República Democrática do Congo e no Uganda como uma “emergência de saúde pública de preocupação internacional”
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A epidemia, causada pelo vírus Bundibugyo, ainda não cumpre os critérios de “emergência pandêmica”, afirmou a organização
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Mas com um número crescente de casos, mais de 80 mortes suspeitas e nenhuma vacina aprovada, aumentam os receios sobre a eficácia com que o surto pode ser contido
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Ebola é uma doença grave e muitas vezes fatal que se espalha através do contacto direto com os fluidos corporais de uma pessoa infectada, de acordo com o Centro Africano de Controle e Prevenção de Doenças (CDC África)
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Os sintomas geralmente incluem febre, fadiga, dores musculares, dor de cabeça e dor de garganta, seguidas de vômitos, diarreia, dor abdominal, entre outros
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Existem seis espécies de vírus conhecidas ligadas ao Ebola, mas apenas três causam a maior parte dos grandes surtos: o vírus Ebola, o vírus do Sudão e o vírus Bundibugyo, que está por trás da atual epidemia, segundo a OMS
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Segundo a OMS, a taxa média de mortalidade do Ebola é de cerca de 50%. Nos surtos anteriores, as taxas de mortalidade variaram de 25% a 90%
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A taxa de mortalidade envolvendo a cepa Bundibugyo é estimada entre 25 e 40%, de acordo com a organização Médicos Sem Fronteiras (MSF), que se prepara para intensificar a sua resposta na província de Ituri
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A OMS expôs várias razões que explicam porque o surto foi classificado como emergência de saúde pública de importância internacional
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As mortes suspeitas, os casos confirmados e os casos suspeitos estão aumentando, indicando que a epidemia pode ser muito maior do que os números atualmente detectados e divulgados
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Outra preocupação importante é como a doença poderá espalhar-se para outros países, sendo as nações que fazem fronteira com a RDC consideradas de “alto risco de propagação adicional”
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