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O 10º secretário-geral das Nações Unidas será escolhido este ano para um mandato de cinco anos, com início em 1º de janeiro de 2027
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Conheça a seguir os candidatos que, até o momento, concorrem para suceder o atual chefe da ONU, António Guterres
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O diplomata argentino Rafael Grossi, de 65 anos, é diretor-geral da AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica) e ganhou destaque por sua atuação nas negociações sobre o programa nuclear do Irã e pela presença da agência na usina de Zaporizhzhia, na Ucrânia. Com forte atuação diplomática e apoio dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU, é considerado favorito para assumir novamente o comando da AIEA
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A costarriquenha Rebeca Grynspan, de 70 anos, é economista, ex-vice-presidente da Costa Rica e atual chefe do UNCTAD (Comércio e Desenvolvimento da ONU). Defensora do multilateralismo e dos direitos humanos, busca tornar a ONU mais ágil e colaborativa
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A chilena Michelle Bachelet, de 74 anos, foi presidente do Chile por dois mandatos e Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos. Também chefiou a ONU Mulheres e tem experiência na defesa dos direitos humanos, mas perdeu o apoio do Chile e enfrenta resistência dos EUA e críticas pela sua atuação em relação à China
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O senegalês Macky Sall, de 64 anos, é geólogo e foi presidente do Senegal por 12 anos, até 2024. Defende a reforma do Conselho de Segurança e o apoio a países em desenvolvimento endividados. Indicado pelo Burundi, seria o terceiro africano a ocupar o cargo de secretário-geral da ONU
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A equatoriana Maria Fernanda Espinosa, de 61 anos, foi ministra das Relações Exteriores e da Defesa do Equador, além de embaixadora na ONU e presidente da Assembleia Geral. Indicada por Antígua e Barbuda, tem experiência em questões ambientais e indígenas e defende uma ONU mais eficiente, com prioridades claras e maior capacidade de ação
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A diplomata guianense Carolyn Rodrigues Birkett, representante da Guiana na ONU desde 2020, foi a primeira mulher e a primeira indígena a comandar o Ministério das Relações Exteriores do país. Com experiência na ONU e na FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura), defende uma organização mais eficaz, com foco na prevenção de conflitos e na ação climática
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A diplomata equatoriana Ivonne A-Baki, de 74 anos, entrou na disputa pelo cargo de secretária-geral da ONU. Nascida no Equador e criada entre o país e o Líbano, foi embaixadora em diversos países e participou das negociações do Acordo de Paz entre Equador e Peru, em 1998
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O ugandense Olara Otunnu, DE 75 anos, é diplomata e ex-subsecretário-geral da ONU, é o candidato mais velho à Secretaria-Geral. Indicado por Uganda, defende a continuidade das reformas da organização, o combate a grandes conflitos, a criação de um órgão para supervisionar a atuação da ONU em inteligência artificial e ações climáticas que preservem o desenvolvimento econômico
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