REUTERS / TV5 PHILIPPINES
O senador das Filipinas Ronald Dela Rosa é acusado pelo TPI (Tribunal Penal Internacional) de crimes contra a humanidade durante a "guerra às drogas", que supervisionou enquanto ainda era chefe de polícia durante o governo do então presidente Rodrigo Duterte
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Dela Rosa, de 64 anos, nega envolvimento em assassinatos ilegais
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Rodrigo Duterte foi preso em 2025 por crimes ligados à sua campanha antidrogas, que matou milhares de pessoas. Ele também afirma ser inocente
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Quando Rodrigo Duterte assumiu a presidência, em junho de 2016, nomeou Dela Rosa, seu antigo chefe de polícia em Davao, para chefiar a Polícia Nacional das Filipinas, cargo que ocupou por 21 meses
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Em seu primeiro dia como chefe da Polícia Nacional, Dela Rosa emitiu uma diretiva lançando a repressão nacional contra as drogas ilegais para cumprir a promessa de campanha de Duterte
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O programa, denominado Projeto Double Barrel, tinha como objetivo a "neutralização de indivíduos envolvidos com drogas ilegais em todo o país"
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O lançamento do decreto foi seguido por um aumento acentuado no número de assassinatos. A polícia relatou mais de 2.000 mortes entre a posse de Duterte, em 30 de junho, e o final daquele ano, a maioria descrita como ocorrida durante troca de tiros
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Rosa usou retórica violenta na guerra às drogas, prometendo “esmagar” traficantes e citando “assassinatos em nome das drogas”
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Após deixar a polícia, ele foi nomeado diretor-geral do Departamento Penitenciário, antes de se candidatar ao Senado nas eleições nacionais de 2019
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Ele ficou em quinto lugar nas pesquisas, obtendo mais de 19 milhões de votos, e foi eleito
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Ele concorreu e venceu um segundo mandato senatorial em maio de 2025
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