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Em 16 de fevereiro de 2024, o serviço penitenciário russo informou que o ativista Alexei Navalny, principal opositor do presidente Vladimir Putin e crítico aberto do Kremlin, morreu aos 47 anos em uma colônia penal na Sibéria
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Navalny era uma pedra no sapato do presidente Vladimir Putin, expondo a corrupção em altos cargos do governo da Rússia, fazendo campanha contra o partido no poder e orquestrando protestos antigovernamentais
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Sua luta rendeu fama global quando foi envenenado com um agente químico nervoso chamado Novichok, em 2020. Depois de socorrido às pressas, ele passou por tratamento na Alemanha, onde chegou a ficar em coma
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A Rússia negou envolvimento no envenenamento de Nalvany. Na época, Putin disse que se o serviço de segurança russo quisesse matar Navalny, “teriam terminado” o trabalho
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Depois de se recuperar, Navalny voltou a Moscou em 2021, onde foi condenado a 19 anos de prisão. Ele foi considerado culpado de criar uma comunidade extremista, financiar ativistas extremistas, além de vários outros crimes
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Navalny ficou preso por três anos perto de Moscou, antes de ser transferido para a isolada colônia penal IK-3 (Lobo Polar) ao norte do Círculo Polar Ártico, onde morreu apenas dois meses depois
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Desde então, sua morte é investigada. No dia 14 de fevereiro de 2026, cinco aliados europeus – Reino Unido, Suécia, França, Alemanha e Holanda — acusaram Moscou de assassinar Navalny com toxina de rãs-flecha. A Rússia rejeita veementemente as acusações
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Análises de amostras coletadas do corpo de Navalny “confirmaram a presença de epibatidina”, uma substância que não é encontrada naturalmente na Rússia
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