Bulletin of Atomic Scientists
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O Boletim dos Cientistas Atômicos, com sede nos Estados Unidos, ajusta anualmente o Relógio do Juízo Final
O Relógio do Juízo Final funciona há quase 80 anos e tenta avaliar o quão perto a humanidade está de destruir o mundo.
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O relógio não foi projetado para medir categoricamente as ameaças existenciais, mas para iniciar conversas sobre temas científicos difíceis, como as mudanças climáticas, segundo o Boletim
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NASA
Originalmente, o relógio pretendia medir ameaças nucleares ao planeta Terra. Em quase 80 anos, o tempo no relógio mudou, dependendo de quão perto os cientistas acreditam que a raça humana está da destruição total. Em alguns anos, o tempo muda, em outros, não
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O que acontece se o relógio chegar à meia-noite? O relógio nunca chegou a bater meia-noite, e Rachel Bronson, especialista em segurança internacional e ex-presidente do Boletim, espera que isso nunca aconteça
Quando o relógio bate meia-noite, significa que ocorreu algum tipo de troca nuclear ou mudança climática catastrófica que acabou com a humanidade. Portanto, não queremos chegar lá e não saberemos quando chegaremos
Rachel Bronson, especialista em segurança internacional e ex-presidente do Boletim dos Cientistas Atômicos
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Quão preciso é o relógio? O relógio não pretende medir ameaças, mas estimular conversas e promover o engajamento público em questões científicas, como mudança climática e desarmamento nuclear. Se o relógio for capaz de fazer isso, Bronson já o considera um sucesso
E ainda é possível fazer o relógio retroceder com ações ousadas e concretas. Como exemplo, os ponteiros se afastaram da meia-noite em 1991, chegando a 17 minutos para o fim do mundo, quando o governo do presidente George H.W. Bush assinou o Tratado de Redução de Armas Estratégicas com a União Soviética
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