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Donald Trump voltou a defender a aquisição da Groenlândia, mas a Constituição dos Estados Unidos impõe limites claros a esse tipo de iniciativa
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O texto constitucional exige que qualquer tratado de compra de território seja aprovado por dois terços do Senado, o que hoje significa 67 votos
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Além disso, cabe ao Congresso autorizar os recursos financeiros necessários para viabilizar a aquisição
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Precedentes históricos mostram que, mesmo quando presidentes defenderam expansões territoriais, acordos só avançaram após aval legislativo formal
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A Constituição também atribui ao Congresso, e não ao presidente, o poder de administrar e dispor de territórios federais
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Sem apoio amplo no Senado e no Congresso, a proposta de aquisição da Groenlândia encontra um bloqueio constitucional significativo
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