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A violência das gangues no Haiti, especialmente na capital Porto Príncipe, forçou quase 600 mil pessoas a deixarem suas casas em 2025, elevando para 1,4 milhão o total de deslocados internos no país, segundo a Acnur
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Embora o Haiti não esteja entre os países com mais casos — Sudão, com 9,1 milhões; Colômbia, com 7,2 milhões; e Síria, com 5,9 milhões —, a Acnur alerta para o agravamento das condições de vida em seu território e para o risco que isso representa para a população
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Como resultado da violência, o número de deslocados internos aumentou drasticamente em 38%, diz o relatório
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“O Haiti se tornou cada vez mais inseguro, caracterizado por violações generalizadas dos direitos humanos e níveis alarmantemente altos de violência de gênero", pontua o documento
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Em resposta, em outubro de 2025 foi estabelecida uma Força de Supressão de Gangues por meio de uma resolução do Conselho de Segurança para combater a violência das gangues e melhorar a segurança de milhões de haitianos
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No caso do Haiti, o relatório alerta para o impacto da violência armada sobre a população civil e destaca o uso crescente de drones em cenários de conflito
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