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A cultura japonesa exerce uma influência profunda no design e na arquitetura global há décadas. Essa influência, no entanto, ultrapassa a barreira da estética visual. Ela se fundamenta em pilares filosóficos que buscam o equilíbrio entre o indivíduo, o ambiente e o tempo
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Aplicar conceitos japoneses na organização do lar permite uma desconexão com o consumo desenfreado. Essas ideias propõem uma visão mais consciente sobre a utilidade dos objetos e o valor do espaço vazio
Satoshi Hirayama/Pexels
A seguir serão abordados cinco conceitos fundamentais que podem ser integrados à rotina de qualquer lar brasileiro. Cada um deles atua em uma frente específica, desde a aceitação da passagem do tempo até a otimização de tarefas cotidianas
Lin Wenhan/Pexels
Wabi-sabi Reside na apreciação da beleza que é imperfeita, impermanente e incompleta. No design de interiores, essa filosofia afasta a pressão pela perfeição simétrica e pelo brilho do que é novo
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Danshari O termo Danshari refere-se a um sistema de desapego que se divide em três ideogramas: recusar, descartar e separar. O objetivo é liberar o espaço físico para, consequentemente, liberar o espaço mental
Ryutaro Tsukata/Pexels
Kaizen O conceito baseia-se na ideia de que mudanças pequenas e constantes levam a grandes resultados a longo prazo. No contexto da casa, o Kaizen combate a procrastinação e o peso de grandes reformas ou organizações pesadas
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Kintsugi O Kintsugi é a arte de reparar cerâmicas quebradas com laca misturada com pó de ouro, prata ou platina. Aplicado ao lar, o conceito atua diretamente contra a cultura do descartável e a favor da resiliência
Eva Bronzini/Pexels