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O clareamento íntimo vem ganhando espaço entre os procedimentos procurados por mulheres que desejam uniformizar a tonalidade da pele da vulva e da virilha. A busca está relacionada principalmente a uma questão estética, já que é comum que essas áreas apresentem uma coloração um pouco mais escura
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O escurecimento, no entanto, não significa necessariamente que exista algum problema na pele; pelo contrário, ele é algo natural e pode variar de acordo com características individuais e também sofrer alterações ao longo da vida
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A pele da região íntima está sujeita a uma série de fatores que podem estimular a pigmentação. O atrito provocado pelo contato entre as pernas, por exemplo, pode gerar irritação e inflamação, favorecendo o surgimento de manchas
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A depilação também pode ter influência na mudança de coloração. Lâminas, cera e outros métodos podem causar pequenas irritações ou inflamações na pele. Quando isso acontece repetidamente, pode ocorrer a chamada hiperpigmentação pós-inflamatória
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Antes de pensar em qualquer procedimento, é importante diferenciar as áreas que podem ser tratadas. A pele da virilha, por exemplo, é diferente da mucosa genital. Produtos e procedimentos indicados para a pele externa não devem ser utilizados indiscriminadamente em regiões internas ou em áreas mais sensíveis
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O tratamento depende da causa e da intensidade da pigmentação. Entre as opções mais comuns estão cremes com ativos despigmentantes e procedimentos realizados em consultório, como alguns tipos de peeling e tecnologias à base de laser
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A escolha, porém, não deve ser feita apenas com base em propagandas ou promessas de resultado rápido. A pele da região íntima é mais delicada e pode reagir de maneira diferente de outras áreas do corpo
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Além dos tratamentos, alguns cuidados podem ajudar a reduzir fatores que favorecem a pigmentação. Evitar atrito excessivo, escolher roupas íntimas de algodão e não muito justas, e reduzir agressões provocadas pela depilação com lâmina são medidas que ajudam a preservar a pele
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