Polina Tankilevitch/Pexels
A acne é considerada comum na vida dos adolescentes, mas a forma de buscar informações e tratamentos para a doença tem se transformado entre esse público
Hanna Pad/Pexels
Cerca de 45% dos jovens entre 16 e 17 anos recorrem ao Tiktok para informações de como tratar a condição
Hanna Pad/Pexels
A constatação faz parte de um levantamento exclusivo enviado à CNN Brasil, realizado pela Darrow em parceria com a AtlasIntel. Ao todo, 1.022 brasileiros entre 16 e 25 anos foram ouvidos com o intuito de compreender percepções, comportamentos e experiências relacionadas à acne
Ron Lach/Pexels
Ainda de acordo com a pesquisa, 28,6% dos jovens procuram orientação diretamente com um dermatologista, enquanto outros 17,4% recorrem a ferramentas de inteligência artificial, como o ChatGPT, para tirar dúvidas sobre a própria pele
cottonbro studio/Pexels
Para a dermatologista Dra. Marianna Pires, apesar da intensificação da produção de vídeos sobre saúde e pele nas redes sociais, casos mais graves devem ser tratados com um profissional qualificado
RDNE Stock project/Pexels
Segundo o levantamento, 53,5% dos participantes afirmam comparar sua aparência com a de pessoas que veem nas redes sociais todos os dias ou com frequência
cottonbro studio/Pexels
Além disso, 73,8% concordam que filtros, edições e maquiagem criam uma expectativa irreal sobre a aparência da pele. Mesmo assim, 38,4% admitem já ter utilizado filtros em fotos publicadas nas redes sociais para esconder a acne
cottonbro studio/Pexels
Cerca de 41,7% dos jovens entre 16 e 25 anos afirmam já ter deixado de realizar alguma atividade cotidiana por causa da acne. Além da condição, entre os fatores que mais os afetam negativamente estão: peso ou o formato do corpo, dentes ou sorriso, olheiras, manchas na pele, marcas, oleosidade ou brilho excessivo no rosto
cottonbro studio/Pexels
O custo de consultas médicas e produtos para a pele é levado pelos participantes como uma condição ruim para buscar o tratamento
Hanna Pad/Pexels
Com isso, além de recorrerem as redes sociais, a busca por soluções caseiras também aparecem entre os relatos dos jovens. No entanto, isso pode piorar a infecção e até impulsionar para outras doenças
Fernando Capetillo/Pexels